Os comentadores e comentadoras do costume desdobram-se num enorme whataboutism, que desafia a espinha dorsal, sobre todos os outros países que também têm a pena de morte.

Primeiro, é surreal usar o argumento “mas os outros também matam”. Segundo, convenientemente ignoram o facto de ser uma lei que se foca num grupo étnico, aliás num país que literalmente tem sistemas judiciais diferentes para brancos e não brancos.

Poucas dúvidas houvessem que Israel é um apartheid, um projecto de supremacia branca…