Category: Real stuff
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A ver estes negócios de jogadores no último dia de de mercado, fica sempre a sensação que é o equivalente futebolístico de alguém que vai ao supermercado com fome.
Rule number one of a dictator is saying he doesn’t want to be one, but he’s doing it because it’s what people want. A Saviour Syndrome that no one else can do the job, common to our dictator in Portugal. edition.cnn.com/2025/08/2…
Nunca é demais referir os incêndios de 2017
Dizia um reporter em directo. É sim. é demais! Nós sabemos que houveram os incêndios de 2017, nós sabemos que precisam de encher os chouriços num directo, mas não é preciso falar de 2017 a cada dois minutos…
Estamos numa altura onde achamos que as coisas não podem ficar cada vez mais esquisitas, mas ficam.
Hoje foi o filme do passeio do Ventura a Castelo Branco…
Plano Nacional de Leitura (PNL) e a Rede de Bibliotecas Escolares serão extintos.
Isto é gravíssimo! Por muito que digam que vão ser substituídos, ao não haver uma alternativa clara o futuro é negro. Ou por na verdade não haver, ou porque o que aí vem é bem mais sombrio…
Mas vieram contar-me isso.
A entrevista do Luís Filipe Vieira é uma mão cheia de nada, a mandar umas postas de pescada e chutar para canto sempre que alguém lhe pede para concretizar. Mas como é o candidato a único a falar ainda vai ser eleito…
Com os dias seguidos de incêndios é bom voltar ao relatório dos incêndios de 2017. A malta gosta da narrativa do “malandro do incendiário”, que dá tão boa TV, mas enquanto o “problema” forem esses malandros o problema de fundo passa pelos pingos da chuva… Não querendo desculpar criminosos, mas não deixa de ser um problema secundário, e aquilo que está nesse relatório tem tendência para piorar, que bem resumidinho é ter alterações climáticas a agravar-se num território cada vez mais esvaziado.
Havia uma altura que achava que era preciso não deixar cair a cidade num circo, porque senão também deixaria de ser um destino turístico interessante. Isto na minha ingenuidade, e numa altura em que a relação com o turismo era mais simples. Hoje sou mais pragmático e cínico, como em quase tudo, e na verdade o que o turismo quer é: quando mais circo, melhor, e isto é o exemplo disso. Há aqui alguma boa vontade dos turistas, em resolver o problema que causaram, mas na verdade é apenas um prioritizar do imediato sobre tudo o resto, e isto é um padrão do turismo em todo o lado.
Há tempos ouvia os donos, a propósito da gentrificação de Lisboa, que ainda não tinham sido corridos do espaço porque eram donos dele. Curioso para saber as razões, se um daqueles negócios ou simplesmente achar já não vale a pena.