Almost a year after iOS, Snapseed finally gets an update on Android, something weird for a Google app. Despite having so many options, this has always been my go app on mobile. The interface feels less dated, although I’m not sure about the new camera, but it’s finally getting some attention.

Filming day outside, something that happens once in a while here, and when it happens at night we get wacky lights through the window.

Illuminated facade of building and reflection of person standing

Light illuminating ceiling with lamp.

Man walking around the corner in the street with light from behind.

You’re Programming Your Future Self:

what do I want this to feel like when I’m no longer the person who took it?

This kind of scene is one of the big reasons why I want to go to Japan.

More Tokyo people and places

Not so much about the article itself, but about the photo. It’s great in so many ways!

www.publico.pt/2026/04/1…

If I would ever buy a monochrome camera, this would likely be it.

Ricoh GR IV Monochrome review: Why I love this camera that can’t shoot color

A erosão silenciosa do jornalismo

Auto-generated description: Two women on stage are smiling and sharing a microphone while performing at Meo Arena in Lisbon.

A Rosália dá dois concertos na MEO Arena, ambos esgotados. Não permite a presença de fotojornalistas em nenhum deles, tal como no resto da tour. Na prática, as únicas imagens que acabam por circular são as da sua própria produção (polidas e cuidadas, como é suposto) ou as das redes sociais — porque hoje toda a gente fotografa em todo o lado. Não surpreende, por isso, que a imagem que ilustra o artigo no Expresso seja um disparo de telemóvel publicado no Instagram.

Deixando de lado a discussão sobre o direito da artista em restringir o acesso a fotojornalistas (mas não a jornalistas), tudo isto — incluindo a forma como a imprensa lida com este e outros casos — revela duas coisas.

Primeiro, a evidente secundarização da fotografia como mera ilustração da notícia. Lembra o caso, há uns anos, de um jornal que dispensou os seus fotógrafos e passou a pedir aos jornalistas que fotografassem com iPhones, invocando até a qualidade final das imagens.

Segundo, a ainda maior secundarização da própria imprensa, cada vez mais reduzida a câmara de eco das redes sociais e das comunicações oficiais. Multiplicam-se os exemplos de notícias ilustradas com conteúdos de redes sociais — ou, pior, notícias que existem apenas porque “alguém disse algo” online: quem reagiu ao post de quem, quem comentou o quê. A isto soma-se a crescente dependência de conteúdos produzidos pelas próprias entidades (press releases, materiais promocionais, etc.).

Perante este cenário, impõe-se a pergunta: não estará o papel editorial da imprensa a tornar-se progressivamente irrelevante?

É que é assim que uma democracia vai morrendo.

Editing photos is probably, after actually taking photos, my favorite photography related activity. And by editing I don’t mean photoshoping (which I truly hate) but sitting around a big table with small prints and moving them around.

I’m Martin Parr day!

A poster for the film Eu Sou Martin Parr is displayed, featuring people enjoying a sunny outdoor setting.

My love hate relationship with Instagram. Throughout the years you following lots of accounts and end up with a noisy timeline, so right now I’m muting posts and/or moving to Threads many of my followings. If it has thumbs or text it goes, I want to keep my timeline as visual as possible.